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Pausa para hidratação virou novo intervalo comercial da Copa?

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Negócios do esporte Pausa para hidratação virou novo intervalo comercial da Copa? A pausa para hidratação nasceu com uma justificativa esportiva importante: proteger atletas em jogos sob calor intenso. Mas, na Copa, ela também abriu uma discussão maior: o futebol pode ter encontrado uma nova janela comercial sem mudar oficialmente a duração da partida. O que mudou A FIFA adotou pausas de três minutos no meio de cada tempo. Oficialmente, o objetivo é o bem-estar dos jogadores, especialmente em uma Copa disputada no verão da América do Norte. A própria entidade enquadra a medida como parte da política de proteção aos atletas. O ponto é que a regra cria algo raro no futebol: uma parada previsível, com horário aproximado, duração suficiente para publicidade e audiência ainda presa ao jogo. A conta que chama atenção: em uma Copa com 104 jogos, duas pausas por partida e três minutos por pausa, há mais de dez horas de inventário potencial du...

Próximo jogo do Brasil: Seleção vai a Houston e pode enfrentar o Japão no mata-mata

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O Brasil já tem data, horário e cidade definidos para o próximo jogo na Copa do Mundo de 2026. Depois de fechar a fase de grupos na liderança do Grupo C, a Seleção volta a campo na segunda-feira, 29 de junho, às 14h, em Houston, pela primeira rodada do mata-mata. Quem o Brasil enfrenta? O adversário será o segundo colocado do Grupo F. A definição ainda depende da rodada final da chave, mas o cenário mais provável neste momento aponta o Japão como possível rival brasileiro. O Grupo F tem Países Baixos e Japão com 4 pontos, Suécia com 3 e Tunísia ainda sem pontuar. Como os Países Baixos enfrentam a Tunísia na última rodada, a tendência é que a seleção holandesa confirme a primeira posição. Nesse cenário, o Japão ficaria bem encaminhado para ser o segundo colocado se não perder para a Suécia. Resumo: o caminho mais provável é Brasil x Japão, mas Suécia e Países Baixos ainda aparecem como alternativas dependendo dos resultados finais do Grupo F. Data, ho...

Terremoto na Venezuela: por que Manaus sentiu o tremor e o Brasil quase não tem grandes abalos

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Dois terremotos fortes atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira, 24 de junho, e chamaram atenção também no Norte do Brasil. Os abalos, registrados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) com magnitudes 7,2 e 7,5, foram sentidos em cidades brasileiras como Manaus, Boa Vista, Belém e Macapá. O episódio assusta porque o Brasil não costuma aparecer associado a grandes terremotos. Mas a explicação está na geologia: Venezuela e Brasil ficam na mesma placa principal, a Placa Sul-Americana, porém em posições muito diferentes em relação às bordas tectônicas. O que aconteceu na Venezuela Segundo os registros do USGS e as informações divulgadas pela imprensa internacional, os epicentros ocorreram a oeste de Caracas, na região de Morón/San Felipe. O primeiro tremor teve magnitude 7,2 e foi seguido, poucos segundos depois, por outro de magnitude 7,5. Terremotos dessa intensidade liberam grande quantidade de energia. Mesmo quando o epicentro está em outro país,...