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SUS registra aumento de 138% na distribuição de medicamentos para parar de fumar

Reprodução de matéria da Agência Gov. A publicação original informa que a reprodução é gratuita desde que citada a fonte.
Saúde Publicado em 04/06/2026 09:32 | Agência Gov | Via Ministério da Saúde

Quantitativo passou de 19,5 milhões em 2022 para 46,6 milhões em 2025; a disponibilização dos medicamentos é coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde

SUS registra aumento de 138% na distribuição de medicamentos para parar de fumar
Agência Brasil
Nos anos de 2022 e 2025, a distribuição de medicamentos para o tratamento da dependência de nicotina registrou um aumento de 138,51%

O Sistema Único de Saúde (SUS) tem avançado nas ações de combate ao tabagismo. Nos anos de 2022 e 2025, a distribuição de medicamentos para o tratamento da dependência de nicotina registrou um aumento de 138,51%. Em números absolutos, o volume de itens enviados a estados e municípios saltou de 19,5 milhões para 46,6 milhões de unidades. Os dados reforçam a importância do Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado no último domingo (31/05).

A oferta dos itens integra o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), que tem a disponibilização dos medicamentos coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde.

Para a secretária da SCTIE, Fernanda De Negri, o crescimento dos números reflete diretamente a busca dos cidadãos por uma vida mais saudável. "Esse aumento evidencia o desejo da população por apoio especializado para abandonar o cigarro, cenário que reforça a importância das políticas públicas de prevenção e tratamento".

A assistência farmacêutica oferecida pelo SUS conta atualmente com cinco itens essenciais para o suporte aos pacientes na dependência do tabagismo: o cloridrato de bupropiona (150 mg), a goma de mascar de nicotina (2 mg) e os adesivos transdérmicos de nicotina em três dosagens (7 mg, 14 mg e 21 mg). A estratégia também abrange ações de educação em saúde.

De acordo com a secretária, a prioridade da pasta é assegurar estoques desses medicamentos em todo o país. “Assumimos o compromisso com o fortalecimento das estratégias de abastecimento, distribuição e promoção do uso racional dos medicamentos utilizados no combate ao tabagismo. Garantir que o tratamento farmacológico chegue a quem precisa, de forma contínua, segura e orientada, é um pilar inegociável para o sucesso dessa política de saúde”, ressaltou De Negri.

Confira a relação dos itens distribuídos:

Medicamento 2022 2025
Bupropiona 150 mg 8.682.800 18.628.500
Adesivo de nicotina 7mg 3.136.805 6.326.558
Adesivo de nicotina 14mg 3.141.159 8.135.477
Adesivo de nicotina 21mg 3.581.018 8.897.007
Goma de nicotina 2mg 1.008.240 4.641.540

 

Roberta Paola e Rodrigo Eneas
Ministério da Saúde

Fonte: Agência Gov.

Link do órgão de origem: Link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/sus-registra-aumento-de-138-na-distribuicao-de-medicamentos-para-parar-de-fumar

Reprodução gratuita conforme indicação da Agência Gov: fonte citada e link para a matéria original preservado.

Gestão de projetos das comunidades na bacia do Rio Doce recebe aporte de R$ 24,5 milhões do BNDES

Reprodução de matéria da Agência Gov. A publicação original informa que a reprodução é gratuita desde que citada a fonte.
Social e Políticas Públicas Publicado em 03/06/2026 16:59 | Agência Gov | Via Secom/PR

Valores representam uma primeira parcela, uma nova transferência será feita em 2027, no valor de R$ 16,3 milhões

Gestão de projetos das comunidades na bacia do Rio Doce recebe aporte de R$ 24,5 milhões do BNDES
Tânia Rêgo / Agência Brasil
Vinculada ao Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) será a responsável pela governança dos projetos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 24,5 milhões do Fundo Rio Doce para custear a gestão administrativa e financeira e a governança dos projetos que serão desenvolvidos a partir da deliberação direta dos atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. Os valores representam uma primeira parcela, uma nova transferência será feita em 2027, no valor de R$ 16,3 milhões.

Vinculada ao Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) será a responsável pela governança dos projetos. A escolha levou em conta sua capacidade de integrar geração de conhecimento e apoio a processos participativos em territórios marcados por danos prolongados e de alta complexidade social. A gestão administrativa e financeira dos recursos ficará a cargo da sua fundação de apoio, a Fundação para Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec). A Fiocruz também já foi designada como responsável por implementar um programa que cria uma rede de pesquisas para avaliar os impactos do rompimento da barragem.

O Fundo Rio Doce foi criado conforme o Novo Acordo do Rio Doce, firmado em 2024, que buscou repactuar as ações de reparação dos danos causados no desastre ocorrido em 2015. No episódio, dezenas de municípios situados ao longo da bacia do Rio Doce foram impactados pelos rejeitos que escoaram após o rompimento da barragem que integrava o complexo da Samarco Mineração S.A em Mariana (MG).

O novo acordo busca oferecer soluções definitivas e superar as dificuldades enfrentadas no modelo de reparação anterior. Ao longo de 20 anos, a Samarco deverá desembolsar R$ 100 milhões, dos quais R$ 49,1 bilhões destinam-se às medidas que serão executadas pela União e devem ser aportados no Fundo Rio Doce, cuja gestão está sob a responsabilidade do BNDES.

"No modelo de reparação anterior, as populações atingidas sempre se queixaram da impossibilidade de participação em instâncias decisórias. A criação de espaços legítimos e efetivos de escuta e deliberação foi um compromisso assumido pelo governo federal na negociação do Novo Acordo", explicou Maria Fernanda Coelho, diretora de Crédito Digital para MPMEs e Gestão do Fundo do Rio Doce. "Dos R$ 49,1 bilhões destinados às ações que estão sob responsabilidade da União, foram garantidos R$ 5 bilhões para os projetos de deliberação direta das comunidades afetadas e para a gestão do Conselho Federal de Participação Social", acrescentou.

GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA — Conforme as premissas fixadas pelo texto do novo acordo, esses projetos devem contribuir para geração e distribuição de renda, retomada econômica, diversificação produtiva e redução das desigualdades. Também precisam valorizar os modos de vida locais.

Os critérios para escolha dos projetos são definidos pelo Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba , que é presidido pela Secretaria-Geral da Presidência da República e conta com 36 membros titulares. A composição é paritária: 50% dos membros correspondem à representação governamental; e 50% à sociedade civil. Também foi estabelecida a paridade de gênero e percentuais mínimos de pessoas autodeclaradas pretas ou pardas, bem como de povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais.

"Este Conselho representa um marco na forma como o Estado brasileiro lida com a reparação de grandes desastres. Pela primeira vez, garantimos que as comunidades atingidas não sejam apenas ouvidas, mas tenham poder real de decisão sobre os projetos que transformarão seus territórios. É o compromisso do governo federal com uma reconstrução justa, paritária e que respeita a diversidade e os modos de vida locais", disse Roberto Lemos Monteiro da Silva, secretário-executivo adjunto da Secretaria-Geral da Presidência da República.

ABORDAGEM INTEGRADA — Nas últimas décadas, a Fiocruz esteve à frente de diferentes projetos que envolveram cooperação com movimentos sociais e organizações da sociedade civil, baseadas em práticas que entendem a participação social como diretriz essencial das ações em saúde.

O coordenador de Saúde e Ambiente da Vice-presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz), Guilherme Franco Netto, afirmou que a Fiocruz possui larga experiência no desenvolvimento e na qualificação de políticas públicas. “Ao longo dos anos, a instituição acumulou capacidade para tocar grandes projetos que levam em conta a compreensão de que a saúde é influenciada por fatores sociais mais amplos. No caso do rompimento da barragem de Fundão, há diversos estudos que evidenciam que os impactos nas populações da bacia do Rio Doce não foram pontuais. Eles se prolongaram no tempo.”

“Não se trata apenas de exposição ambiental, mas também de mudanças profundas no modo de vida das pessoas, insegurança em relação ao território, piora nas condições de trabalho e renda”, observou também.

Como parte de suas atribuições, Fiocruz dará suporte ao Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba, vai monitorar a elaboração e execução dos editais de seleção de projetos financiados pelo Fundo de Participação Social e acompanhar a execução dos projetos escolhidos, entre outras atividades.

EDITAIS – Em maio, foram anunciadas as regras para a escolha dos primeiros projetos que serão custeados com os R$ 5 bilhões do Fundo de Participação Social. Uma chamada pública conduzida pela BNDES irá destinar R$ 225 milhões para projetos estruturantes a serem apresentados pelas comunidades dos territórios atingidos. As propostas, que poderão ser apresentadas até 30 de dezembro, poderão ser enquadradas em dois eixos: um focado no fortalecimento institucional das organizações sociais, e o outro para o apoio a empreendimentos produtivos coletivos.

Além disso, um edital lançado pela Fundação Banco do Brasil destinará outros R$ 225 milhões para custear projetos focados no fortalecimento direto das comunidades atingidas. As propostas deverão ser submetidas até 22 junho. Os dois mecanismos de fomento, que juntos somam R$ 450 milhões, passaram pela análise do Conselho Federal de Participação Social.

Fonte: Agência Gov.

Link do órgão de origem: Link: https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2026/06/gestao-de-projetos-das-comunidades-na-bacia-do-rio-doce-recebe-aporte-de-r-24-5-milhoes-do-bndes

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Atletas bolsistas representam o Brasil em etapas da Copa do Mundo de Canoagem Slalom na Europa

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Esporte Publicado em 03/06/2026 18:46 | Agência Gov | Via MEsp

Ana Sátila, Pepê Gonçalves, Omira Maria e Kauã Luiz competem em Praga, na República Tcheca, e em Augsburg, na Alemanha

Atletas bolsistas representam o Brasil em etapas da Copa do Mundo de Canoagem Slalom na Europa

Os beneficiários do Programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte Ana Sátila, Omira Maria, Pepê Gonçalves e Kauã Luiz irão representar o Brasil nas próximas etapas da Copa do Mundo de Canoagem Slalom e Caiaque Cross. As competições serão realizadas entre os dias 5 e 7 de junho, em Praga, na República Tcheca, e entre 12 e 14 de junho, em Augsburg, na Alemanha.

A etapa de Praga será disputada no canal localizado na região de Troja, na capital tcheca, um dos principais centros da canoagem slalom na Europa e sede frequente de competições internacionais da modalidade.

Na sequência, a equipe brasileira seguirá para Augsburg, na Alemanha, onde será disputada a terceira etapa da Copa do Mundo. As provas ocorrerão no tradicional Eiskanal, canal artificial construído para os Jogos Olímpicos de Munique 1972 e considerado um dos locais mais emblemáticos da canoagem slalom mundial. O percurso possui 280 metros de extensão, desnível de 3,5 metros e fluxo de água controlado por barragem.

“A disputa marca o início de uma etapa importante no cenário internacional. É uma semana importante para mim, pois é minha primeira prova do circuito mundial em 2026. Será uma competição acirrada e preparatória para o Mundial dos Estados Unidos, em julho. Conto com a torcida de todos”, afirmou Pepê Gonçalves.

As etapas distribuem pontos para o ranking internacional da temporada de canoagem slalom e caiaque cross. O sistema de pontuação é específico para essas modalidades e não possui relação direta com a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

O Brasil não participou da etapa de abertura da Copa do Mundo, realizada entre os dias 29 e 31 de maio, em Tacen, na Eslovênia. A comissão técnica optou por concentrar a preparação da equipe nas disputas de Praga e Augsburg, consideradas estratégicas para a temporada.

Mundial será o principal objetivo da temporada

Além da disputa por medalhas e pontos no ranking mundial, as etapas europeias servirão como preparação para o Campeonato Mundial de Canoagem Slalom, principal competição da temporada. O evento será realizado entre os dias 21 e 26 de julho, em Oklahoma City, nos Estados Unidos, reunindo os principais atletas da modalidade na pista que receberá as competições dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Programação – 2ª Etapa da Copa do Mundo de Canoagem Slalom e Caiaque Cross

Sexta-feira (5/6) – Caiaque Slalom

  • WK1 – Baterias eliminatórias: 12h36 (7h36 de Brasília)
  • MK1 – Baterias eliminatórias: 13h45 (8h45 de Brasília)
  • Finais WK1 e MK1: 16h06 e 16h45 (11h06 e 11h45 de Brasília)

Sábado (6/6) – Canoa Slalom

  • MC1 – Baterias eliminatórias: 10h36 (5h36 de Brasília)
  • WC1 – Baterias eliminatórias: 11h46 (6h46 de Brasília)
  • Finais MC1 e WC1: 13h51 e 14h30 (8h51 e 9h30 de Brasília)

Domingo (7/6) – Caiaque Cross

  • Provas individuais: a partir das 9h34 (4h34 de Brasília)
  • Eliminatórias (heats, quartas de final, semifinais e finais): a partir das 13h04 (8h04 de Brasília)
  • Finais WX1 e MX1: 15h07 e 15h14 (10h07 e 10h14 de Brasília)

3ª Etapa da Copa do Mundo

Augsburg, Alemanha
12 a 14 de junho de 2026

Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte

Fonte: Agência Gov.

Link do órgão de origem: Link: https://www.gov.br/esporte/pt-br/noticias-e-conteudos/esporte/atletas-bolsistas-representam-o-brasil-em-etapas-da-copa-do-mundo-de-canoagem-slalom-na-europa

Reprodução gratuita conforme indicação da Agência Gov: fonte citada e link para a matéria original preservado.

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